A marca pessoal de um Mister Brasil: Eduardo Castillo, Mister Brasil International 2026.

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🇧🇷 O que vi quando conheci Eduardo

Conheci o Eduardo Castillo num saguão de hotel, em Recife, no dia em que a competição nacional do Mister Brasil CNB 2026 começava. Cheguei cedo, fiz meu checkin adiantado, como faço nesses eventos, não por pontualidade, mas porque o check-in de um concurso é, pra mim, uma espécie de sala de espera profissional. É ali, entre malas sendo liberadas e documentos sendo entregues, que dá pra observar quem chega com a intenção de aproveitar ao máximo da experiência. Antes da competição começar é mais fácil ver quem está ali para além da competitividade. Eu já tinha ouvido falar dele antes de vê-lo: um brasileiro nortista, com ascendência brasileira, peruana e japonesa, uma combinação rara que eu sabia, só pelo relato, que ia render uma estética única. Mas uma coisa é ouvir falar. Outra é ver a pessoa.

Ele chamou minha atenção primeiro pelo óbvio: um físico improvável, isso eu já esperava. O que não esperava, e é o que, até hoje, me faz lembrar daquele dia com clareza, foi a forma como ele se portava. Educado gentil com quem cruzava o caminho dele. Sereno num ambiente onde praticamente todo mundo, eu incluso às vezes, carrega uma ansiedade mal disfarçada de confiança. Naquele minuto, antes mesmo de trocarmos uma palavra, eu já tinha visto o que se tornaria o centro do trabalho que fizemos juntos depois: um homem que reunia, sem esforço aparente, os dois lados que a maioria das pessoas trata como opostos: a seriedade de quem estudou Direito e a presença de quem vive como modelo há uma década.

Contar essa cena é o ponto de partida de tudo que quero explicar aqui sobre marca pessoal, porque foi exatamente esse encontro no lobby de um hotel que me mostrou o que a gente construiu juntos nos meses seguintes, até o Eduardo embarcar para o Mister International, na Tailândia. Se você chegou até esse texto pesquisando o nome dele, provavelmente por causa da competição, espero que consiga sair daqui entendendo um pouco melhor o que existe por trás da pessoa que está torcendo.

Foto da capa: Raffa Rodrigues | RR Fotos

O que eu vi e, que semanas depois, virou meu trabalho

Marca pessoal é um termo que a gente usa tanto que ele meio que perdeu o sentido. Então deixa eu explicar do jeito que eu explicaria numa das primeiras conversas sobre o assunto com qualquer cliente: a sua marca pessoal é a resposta que as pessoas dão, sem pensar muito, quando alguém pergunta "quem é essa pessoa?".

Não é a sua bio do Instagram. É a impressão que sobra depois que você sai.

No caso do Eduardo, estava naquele jeito de cumprimentar, naquela calma que não combinava com o nervosismo típico de concurso. Meu trabalho nunca foi inventar uma imagem pra ele. Foi entender o que já estava ali, dar nome a isso, e criar uma forma de mostrar isso pro público de um jeito consistente, em vez de deixar isso acontecer só quando alguém tem a sorte de cruzar com ele num saguão de hotel.


O que existe por trás da imagem?

Ser Mister Brasil CNB pode parecer, à primeira vista, uma questão de imagem. Afinal, concursos de beleza trabalham com estética, presença de palco, fotografia, moda e comunicação. Mas, quando esse representante precisa levar o nome de um país para uma competição internacional, a imagem sozinha deixa de ser suficiente.

Foi justamente a partir dessa provocação que, nós da Leon Branding, trabalhamos a marca pessoal de Eduardo Castillo, advogado, modelo internacional e Mister Brasil 2026, durante os seis meses que antecederam sua participação no Mister International 2026, na Tailândia.

O desafio era construir uma marca pessoal capaz de responder a uma pergunta muito mais importante:

O que existe por trás da imagem?

A resposta deu origem ao posicionamento “Smart is the New Sexy”, conceito que passou a organizar sua comunicação, sua imagem e a maneira como sua trajetória profissional seria apresentada ao público.

Neste artigo, mostramos alguns dos principais aprendizados desse processo e como o branding pessoal pode transformar características que já existem em uma pessoa em uma marca mais clara, coerente e relevante. Todo o trabalho é executado em parceria com a empresa Concurso Nacional de Beleza (CNB), Mister Brasil CNB, seus diretores e toda equipe.

Duas carreiras, uma presença só

Um dos primeiros pontos que discutimos foi justamente essa dualidade que citei lá em cima: advogado e modelo. Na cabeça de muita gente, essas duas coisas não combinam. Modelo é imagem, advogado é conteúdo. Um é sobre aparência, o outro sobre competência. O senso comum trata isso como contradição.

A gente decidiu tratar como o contrário: como a característica mais interessante que o Eduardo tinha pra oferecer. Resumimos isso numa frase que virou o eixo de tudo que fizemos depois: "Smart is the new sexy". A ideia por trás disso é simples de explicar, ainda que não seja simples de sustentar no dia a dia: ele não precisa escolher entre ser levado a sério e ser admirado esteticamente. As duas coisas, juntas, são exatamente o que faz dele memorável. Tirar uma das duas pra "simplificar a narrativa" seria jogar fora o que ele tem de mais raro.

Isso parece óbvio escrito assim, mas na prática significa decisões concretas: que tipo de legenda ele escreve, que tom ele usa numa entrevista, como ele responde quando alguém tenta reduzir ele a só um dos dois rótulos. Nada disso acontece sozinho.

Por que a primeira impressão pesa tanto, mesmo quando a gente finge que não

Aqui vai uma coisa que aprendi trabalhando com posicionamento pessoal há anos, e que confirmei de novo com o Eduardo: as pessoas decidem o que sentem por alguém muito antes de ouvir essa pessoa falar. Em poucos segundos, formam uma opinião sobre competência, sobre confiabilidade, sobre simpatia. Depois, o resto da interação só reforça ou tenta desmontar essa primeira impressão.

Isso não é sobre vaidade. É sobre entender que a imagem chega antes da mensagem, sempre, e que ignorar isso é abrir mão de controlar como você é percebido. O trabalho de marca pessoal não é maquiar quem a pessoa é. É garantir que a primeira impressão que ela causa esteja alinhada com quem ela realmente é, e não com um acaso.

Com o Eduardo, o trabalho foi garantir que ela chegasse com a mesma força pra quem só o via numa foto, num vídeo curto, numa manchete, quanto chegou pra mim naquele saguão de hotel.

Como isso vira prática: os pilares que sustentam o conteúdo dele

Conceito bonito não sustenta perfil nenhum se não vira rotina.

Então organizamos o posicionamento do Eduardo em torno de três frentes, pensadas pra reforçar a mesma narrativa de ângulos diferentes.

A primeira é o que chamamos de masculinidade elegante: como ele se veste, como ele se comporta em ambientes formais e informais, a forma como carrega a bagagem de advogado sem parecer engessado. A segunda é autocuidado e skincare, um tema que ainda carrega preconceito quando é homem falando sobre isso, mas que pro Eduardo funciona como extensão natural da disciplina que ele já tem como modelo. E a terceira, a que ele mais se importa pessoalmente, é uma causa social: o enfrentamento à violência contra a mulher, um assunto que ele decidiu levar pra dentro da própria carreira pública, não como estratégia de imagem, mas como algo que ele realmente quer usar a visibilidade dele pra defender.

Três pilares, uma mesma pessoa por trás deles. Isso é o que faz um perfil parecer coerente em vez de picotado, mesmo quando fala de assuntos tão diferentes numa semana.

O que segura tudo quando o jogo aperta

Concurso de beleza é ambiente de pressão. Câmera o tempo todo, comparação constante, resultado incerto até o último minuto. Uma parte do trabalho que a gente fez, principalmente nas semanas antes de competições importantes, foi preparar o Eduardo pra manter a serenidade, mesmo quando as coisas ficam tensas.

Isso envolve coisas bem práticas: como responder a uma pergunta inesperada sem parecer ensaiado, como lidar com crítica pública sem entrar em modo de defesa, como voltar pro centro depois de um dia ruim, porque todo mundo tem dias ruins, inclusive quem parece ter tudo sob controle. Marca pessoal forte não é ausência de pressão. É ter uma base clara o suficiente pra não se perder quando a pressão aparece.

O que eu queria que você levasse desse texto

Voltando pro saguão do hotel em Recife: o que eu vi naquele dia não foi sorte de fotogenia, nem um daqueles casos de "nasceu pronto". Foi consequência de uma pessoa que já tinha clareza sobre quem era. Meu papel foi pegar essa clareza e dar forma, ritmo e consistência pra ela.

Se você está acompanhando o Eduardo agora, torcendo enquanto ele representa o Brasil no Mister International, saiba que boa parte do que você vê na tela é resultado de um processo, não de improviso. E se alguma coisa nesse texto te fez pensar na sua própria forma de se apresentar pro mundo, no seu trabalho, na sua carreira, esse é exatamente o tipo de pergunta que a gente trabalha aqui na Leon Branding.


Conheça nosso trabalho em marca pessoal

Se esse texto te fez pensar em como você mesmo é percebido, antes mesmo de abrir a boca, talvez seja hora de olhar pra isso com mais intenção. Na Mentoria de Branding Pessoal da Leon Branding, a gente faz esse mesmo trabalho que fizemos com o Eduardo: entender o que já existe em você e transformar isso numa presença clara, consistente e verdadeiramente sua. Se fizer sentido pra você, vale conversar com a gente.

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Quer construir sua marca pessoal com estratégia? Conheça a Mentoria de Branding Pessoal da Leon Branding.

Assista ao vídeo case de marca pessoal de Eduardo Castillo:

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